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Vit. da Conquista – Suspeita de mais uma morte por menigite C.

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Médicos suspeitam que mais uma vítima de meningite meningocócica do tipo C tenha morrido no Estado. Ainda há divergências sobre o caso da pequena Mayse Kelly Chaves, de apenas um ano de idade. A criança foi internada no Hospital Municipal Esaú Matos, em Vitória da Conquista (509 km de Salvador) e morreu horas depois de apresentar febre alta na madrugada desta segunda-feira, 19.
Segundo a mãe, Mariane Chaves, como a criança estava muito agoniada e ela foi buscar socorro na pediatria do hospital, conhecido pela referência nos cuidados a recém-nascidos. Após diagnosticada, a garotinha recebeu alta e, mesmo ainda com o corpo ardendo em febre, foi para casa a pedido da pediatra. Como o quadro se agravou, a mãe retornou rapidamente para a mesma unidade, porém a criança não resistiu e morreu minutos depois.
De acordo com o receituário, a pediatra que examinou a criança diagnosticou uma otite, inflamação no ouvido. “Ela escreveu a receita, virou as costas para mim e saiu. Aí veio uma enfermeira perguntando se o papel estava comigo e disse para eu ir embora, sem ao menos examinar minha filha direito”, lamentou a mãe.
Ainda segundo Mariane, sua filha apresentou diversas manchas no corpo e somente depois disso é que conseguiu ser recebida no pronto-socorro para atendimento de emergência. “Foram dez minutos para tentar salvar minha filha, mas já era tarde, tarde demais”. A pediatria do hospital foi isolada por conta da suspeita da direção, de um surto de meningite.
Vítimas – Já foram registradas pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), 20 vítimas da meningite C em todo o Estado. Um homem de 44 anos, que não teve o nome divulgado, foi a última vítima da doença confirmada pela Sesab.
Ele morreu na tarde desta terça, após doze dias de internação no Hospital Couto Maia, unidade referência para o tratamento da doença. O rapaz começou a sentir os sintomas da doença dois dias após chegar da cidade de Paulínea, em São Paulo.
Na última sexta-feira, 16, um homem de 38 anos, que morava na rua do Matadouro, em Plataforma, faleceu por conta da doença, também no Hospital Couto Maia.

Fonte: Atarde

Sua saúde corre perigo na praia.

PORTO SEGURO – Neste Verão as praias de Porto Seguro estão lotadas. São pessoas da região e de outras partes do País, que vêm conhecer as belezas naturais da Costa do Descobrimento. Mas uma prática comum dos turistas preocupa as autoridades de saúde do município: A maioria das pessoas se rende aos deliciosos e típicos pratos vendidos à beira mar.

Por conta disso, tem sido grande o número de internações provocadas por problemas de intoxicação alimentar. Suspeita-se que a origem seja a ingestão de alimentos perecíveis em estado de deteriorização.

Centenas de ambulantes passam o dia inteiro vendendo alimentos expostos ao sol, o que o provoca a degradação de forma mais rápida, como, por exemplo, em camarões, ostras, caranguejos e empadas com recheio de fruto do mar. Como muitos vendedores trabalhavam na informalidade, acabam não seguindo as instruções e padrões estabelecidos pela Vigilância Sanitária.

Em Porto Seguro, o setor tem feito fiscalização nos comércios que funcionam de forma tradicional, como bares e restaurantes, bem como às vendas de alimentos em barracas e de ambulantes, nas praças e praias. O intuito é coibir as irregularidas sanitárias, a fim de prevenir riscos à saúde.

Foto: João Cordeiro/Divulgação
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Tem sido grande o número de internações provocadas por problemas de intoxicação alimentar

O secretário de Saúde, Manoel Messias Boaventura, diz que a ideia é intervir nos problemas sanitários decorrentes da produção e da circulação de bens, “que podem ocasionar problemas de saúde à população”. A orientação da Secretaria de Saúde é que se evite a intoxicação alimentar, não consumindo alimentos expostos ao sol, com falta de asseio, presença de insetos ou deteriorados, tanto nos comércios como dos ambulantes.

Caso a pessoa sinta sintomas como cólica, diarréia, desidratação, alergias, febre e dor de cabeça após ingerir algum alimento, deve procurar o atendimento da equipe de Vigilância Epidemiológica e Sanitária, que fica na Rua Cova da Moça, n° 1, centro. Para ser atendido, basta comparecer ao setor munido dos documentos pessoais. “Nos casos mais severos, como em crianças e idosos, é melhor procurar o médico logo que possível”, alerta o secretário.

Fonte radar64